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1 de out. de 2018

Desafio 1 livro por mês - outubro /18

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SOBRE O LIVRO

*Esta resenha contém spoilers do livro anterior
Sequência de Jogando xadrez com os anjos, Dançando com as Borboletas foi escrito pela autora Fabiane Ribeiro e publicado pela Universo dos Livros em 2016.
Ao final de Jogando xadrez com os Anjos deixamos Anny aos 18 anos, a porta da casa de sua irmã mais nova e seus avós paternos no Brasil. Em Dançando com as Borboletas, Anny agora com 80 anos, revive suas memórias para nos contar todas as aventuras que viveu em sua trajetória desde então.
“A vida dançava por meio dos sorrisos e dos passos 
daqueles que se encontravam em um fim de 
tarde azul e perfeito.”
Quando chegou ao Brasil em busca de sua família, deparou-se com mais uma perda: seu avô Breno havia falecido. Mas apesar da perda, sua avó Dayse e sua irmã Mariza a receberam de braços abertos para uma nova vida, onde não estaria mais sozinha. A chegada de Anny foi fundamental para que Mariza, que parecia não saber lidar com a perda do avô, de quem era muito próxima, voltasse a se interessar pelas coisas belas da vida. Aos poucos, uma linda amizade vai crescendo entre as irmãs que se tornam grandes companheiras.
Anny sempre fora fascinada por artes e pela dança e é por este caminho que terá uma das maiores surpresas de sua vida, onde mais um anjo será colocado em seu caminho. Dançando no Balé de Santos, Anny encantou a todos. Foi em uma de suas apresentações que conheceu Túlio, que viria a ser seu grande amor. Juntos eles tem uma filha, Brenda, que em determinado momento parte para longe abandonando sua mãe novamente, sozinha. Apesar de sofrer com muitas perdas, continua em pé, e é em um momento de solidão que mais um anjo aparece em sua vida.
Anny continua sonhando com o Reino Xadrez, onde mantém congelados os seus 8 anos, mas os sonhos não são mais tão felizes. Neles, o rei Jeferson grita desesperadamente e nossa pequena rainha sai em busca de seu rei onde ela aprenderá ainda mais sobre si mesma e entenderá todas as fases pelas quais passou em sua vida.
Recapitulando: No primeiro livro encontramos Anny, uma pequena garotinha sensível e meiga que vive a maior parte do tempo longe de seus pais a quem tanto ama. No entanto, sempre teve uma relação especial com o pai, Jeferson, a quem deu a posição de Rei, em seu mundo fantástico do Reino Xadrez, assim como em toda a sua vida. Apesar de muito jovem, Anny sempre foi uma garotinha especial, compreensiva e incapaz de guardar qualquer sentimento ruim por quem quer que fosse. Certo dia, seus pais dizem a ela que precisará passar um tempo em outra casa para que eles possam fazer uma viagem mais demorada do que as anteriores, e que virão vê-las apenas uma vez por ano Mesmo magoada, Anny promete não chorar e ser forte, e assim, mais do que nunca, conhece o significado de solidão. É claro que isso não foi uma realidade continua por muito tempo, afinal, Anny tinha características especiais, e por isso, papai do céu lhe enviou muitas companhias especiais: anjos! Anjos que acompanharam sua infância e ajudaram-na a crescer com toda a sua essência de menina.
Assim como o primeiro volume, tornou-se maravilhoso ao longo da leitura acompanhar as aventuras de Anny mesmo que em forma de pequenas lembranças. Com o passar e pesar dos anos Anny torna-se cada vez mais sábia e corajosa para lidar com todas as suas perdas e feridas. Apesar de tudo ela sempre foi dona de um coração enorme, gentil e incapaz de sentir mágoa de quem quer que fosse, por qualquer motivo, o que fez com que ela recebesse presentes maravilhosos do “papai do céu” ao longo de todos os seus anos de vida.
Em momento algum ela perde o brilho e a inocência em seu modo de ver o mundo e a cada um daqueles que passam por seu caminho. Seu amadurecimento, apenas faz com que ela seja cada vez mais generosa e sensível, algo que para nós e quase impossível a medida que perdemos nossa infância e inocência.
“O que a lagarta chama de fim do mundo, 
o homem chama de borboleta. 
– Richard Bach”
Anny, assim como todo o aspecto em que a narrativa é contada, se tornam uma grande “lição” a todos que estejam abertos a ouvi-la.
Apesar de o livro anterior ter sido fechado com um final satisfatório a autora conseguiu nesta continuação continuar fazendo com que o leitor quisesse saber mais e mais sobre uma história aparentemente “já acabada”. A cada novo capítulo, conseguiu encaixar um elo com os fatos ocorridos anteriormente e transformá-los em um nova surpresa. É claro que essa é a parte mais interessante de uma história, descobrir o que virá depois, no entanto, aqui vamos descobrir o que veio antes, e fui arrebatada por isso.
“Borboleta parece flor que o vento tirou pra dançar.
 – Fernando Anitelli”
Com personagens cativantes e situações que levam o leitor a se emocionar cada vez mais a autora não se perdeu ao longo do segundo volume, o que confesso, era meu maior medo após o final super bem fechado do primeiro livro. Mas mais uma vez, fui surpreendida positivamente e, confesso que não tenho hábito de ler autores nacionais, mas a autora ganhou meu coração e espero que publique outras histórias tão cativantes. Um ponto que possa parecer interessante a algumas pessoas é o fato de não ser uma continuação obrigatória, no entanto, mais do que recomendada!
O livro possui páginas brancas e é decorado de acordo com o tema: borboletas! Além disso, assim como no primeiro volume, cada início de capítulo é introduzido por uma passagem encontrada ao longo da narrativa e que da sentido a todo o contexto da história. Seremos só elogios por aqui! Todas as pessoas deveriam ler e se inspirar em Anny 


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10 de abr. de 2018

Temas de todas as Redações do ENEM

Confira a lista dos temas abordados nas provas de Redação do Exame Nacional do Ensino Médio.

Para se planejar para o futuro, olhar para o passado é fundamental. Por isso, listamos aqui os temas abordados nas últimas edições do Enem para te ajudar nessa prova que pode garantir a sua aprovação. Entre todas as provas aplicadas nesta avaliação, ela é a única em que as notas realmente valem de zero a 1000.


1998: Viver e aprender
1999: Cidadania e participação social
2000: Direitos da criança e do adolescente: como enfrentar esse desafio nacional
2001: Desenvolvimento e preservação ambiental: como conciliar os interesses em conflito?
2002: O direito de votar: como fazer dessa conquista um meio para promover as transformações sociais que o Brasil necessita?
2003: A violência na sociedade brasileira: como mudar as regras desse jogo
2004: Como garantir a liberdade de informação e evitar abusos nos meios de comunicação
2005: O trabalho infantil na sociedade brasileira
2006: O poder de transformação da leitura
2007: O desafio de se conviver com as diferenças
2008: Como preservar a floresta Amazônica: suspender imediatamente o desmatamento; dar incentivo financeiros a proprietários que deixarem de desmatar; ou aumentar a fiscalização e aplicar multas a quem desmatar.

15 de nov. de 2017

Redação do Enem 2017- Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil.


Olá galera, como no ano passado, esse ano tentei novamente o Exame Nacional do Ensino Médio ( no tempo que conclui nem se chamava assim, rss era segundo grau). Hoje vim trazer pra vocês a proposta do INEP e o tema foi : Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil. O tema foi bem surpreendente, tanto que apenas 53 alunos em todo país tiraram nota 1000. Eu consegui melhorar minha nota com relação a 2016; obtive um 720 na nota final, porém sei que preciso melhorar muito se quiser conseguir uma vaga na faculdade.
Acessei o site do Descomplica e trouxe um espelho pra vocês conferirem o tema
De acordo com o Artigo 6º da Constituição Federal de 1988, além de saúde, segurança, trabalho e moradia, a educação é direito social básico determinado e garantido a todos os cidadãos sem distinção de classe, credo e cor ou limitações neurológicas e físicas. Entretanto, algumas parcelas da população enfrentam obstáculos na prática dessa determinação. Nesse cenário, os surdos, representantes de uma dessas minorias, sofrem com a falta de instituições preparadas para recebê-los, além do despreparo de profissionais que atuam diretamente com o ensino.
Em primeiro plano, é necessário ressaltar a falta de infraestrutura das escolas e universidades para receber e acolher a demanda de alunos com deficiência auditiva. Tal aspecto é evidenciado pela falta de insumos governamentais e até mesmo privados voltados para esse campo. Isso resulta em um acesso limitado e, muitas vezes, inexistente na esfera educacional, e essa restrição acarreta não só o afastamento do ensino, mas também a segregação social, que pode contribuir para casos de humilhação e sensação de não pertencimento. Somado a isso, sabe-se que esse ambiente deve e pode garantir uma formação profissional que contribui para a inserção do indivíduo no mercado, e sua negação além de alienação é um ato inconstitucional.
Analogamente, os professores estão diretamente ligados a essa problemática já que são ferramentas ativas no processo de ensino. Dessa forma, é imprescindível que o docente tenha uma formação curricular que saia de uma formatação cristalizada e englobe a educação especial não só como uma disciplina eletiva, mas, de fato, elemento fundamental para a inclusão e transformação social do estudante. A surdez ainda é encarada como uma particularidade excludente do indivíduo, quando não deveria ser vista como uma característica de inferiorização.
Fica claro, portanto, que setores sociais precisam ser revistos para que se chegue a uma solução para um problema que é sistemático e continuado. Sendo assim, o Ministério da Educação deve investir nos institutos especiais e capacitar as escolas públicas para garantir a dissolução dos obstáculos logísticos de estrutura. Ademais, a formação do professor deve tratar o ensino de LIBRAS – segunda língua oficial do Brasil –  não como opção, mas como necessidade, e intérpretes devem ser contratados pelas escolas para acompanhar os alunos, garantindo interação, respeito e inclusão destes. A configuração do espaço escolar precisa ser alterada a fim de propiciar educação inclusiva: um professor capacitado e um ambiente preparado são capazes de agir como transformadores sociais.
Legal não? Esse aluno acabou dizendo tudo aquilo que gostaríamos de ter dito em nossas provas, rss mas "tá" valendo a experiência!
E é isso. O que acha que poderíamos fazer além do que se tem feito, para melhorar a qualidade educacional de Surdos no Brasil?
Se gostou, compartilhe e comenta!!
Um abraço!

27 de mar. de 2016

Chegou a Páscoa!

mensagem de pascoa 2016


A Páscoa chegou mais uma vez. 
Chegou para nos lembrar que os milagres são possíveis e que estão ao alcance das nossas mãos.
Na Páscoa, vamos esquecer os amargos das guerras e atentados e vamos brindar a vida e a solidariedade, com a doçura dos chocolates, bombons, ovos e com o calor do afeto.
A Páscoa é um instante de Renascimento; Renascimento para o amor.
Renascimento do sonho de que um novo mundo é possível! E todos os sentimentos mais nobres;
Vamos imaginar que cada ovo de páscoa aberto, seja apenas bombas... de CHOCOLATE !!!E que signifique uma semente de tolerância!!!
17 de jan. de 2016

Você tem fome de que? Papo de domingo


A vida de todo mundo é complicada, e as melhores intenções se extraviam porque as pessoas têm dificuldade de mudar. Os maus hábitos, assim como as lembranças ruins, persistem, teimosos, quando desejaríamos que sumissem. Existe, contudo, uma importante motivação a nosso favor, que é o desejo de felicidade. Eu defino felicidade como um estado de satisfação, e todo mundo quer se sentir satisfeito. Se ficamos atentos para isso, para essa motivação mais elementar, as escolhas que fazemos se resumem a uma única questão: "Eu tenho fome de quê?". Esse desejo verdadeiro nos guiará pelo rumo certo. Desejos falsos nos levam para o rumo errado. Façamos um pequeno teste para comprovar isso. A próxima vez que nos dirigirmos à geladeira em busca de algo para comer, façamos uma pausa. O que nos levou a procurar comida? Só existem duas razões:

  1. Temos fome e precisamos comer;
  2. Estamos tentando preencher um vazio e a comida se tornou a forma mais fácil de fazer isso;

Ao longo da vida, criamos novos gatilhos que um bebê jamais imaginaria. A depressão é um gatilho bem conhecido para o excesso alimentar. Assim como o estresse, perdas súbitas, tristeza, raiva reprimida, entre outros. A que somos mais vulneráveis? Talvez tenhamos apenas uma ideia vaga. A maior parte das pessoas não tem consciência de quando um hábito alimentar está sendo estimulado, pois esses gatilhos são em geral inconscientes - é por isso que são tão poderosos. Respondemos automaticamente a eles, sem pensar.
{Texto retirado de um artigo da Folha de São Paulo}


Este post faz parte do meu Diário Poético, que são escritas de quem fica atoa pensando na vida!
Vai uma fatia de pizza aí? Um bom restinho de domingo pra vocês!





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